Maturidade digital para operações reais
Do caos à operação previsível
A Strategitech transforma operações que rodam no improviso e na memória em uma gestão estruturada, com rotina e dono — antes de qualquer tecnologia.
Conversa direta com o fundador, sem compromisso.
Dois sinais, mesma raiz
Crescimento e pressão por automação parecem diferentes por fora. Por dentro, ambos expõem a mesma falta de estrutura, responsabilidade e rotina.
A empresa cresceu, mas ficou mais difícil de controlar
O trabalho depende de WhatsApp, planilhas, memória e follow-up manual.
A empresa quer automatizar, mas ainda não sabe por onde começar
Há pressão para utilizar IA, dashboards, CRMs ou automações, mas processos, dados e responsáveis ainda não estão claros.
A empresa não consegue gerir bem o que ainda não consegue medir, coordenar e repetir.
- A liderança não acompanha o pipeline, entregas e follow-ups com segurança.
- Relatórios chegam tarde, são manuais ou não inspiram confiança.
- Crescer aumenta o custo de coordenação ao invés de aumentar o controle.
- Casos de uso são vagos ou desconectados da rotina de gestão.
- Ferramentas são avaliadas antes de a operação ser entendida.
- A liderança quer ROI prático, não experimentos sem rumo.
O diagnóstico coloca ordem na operação
A Strategitech mapeia como o trabalho realmente acontece, dos repasses aos dados, antes de recomendar qualquer sistema ou tecnologia.
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Como o trabalho passa de uma pessoa para outra?
Handoffs, follow-up, gargalos e retrabalho.
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Onde os dados nascem, mudam e se perdem?
Planilhas, CRM, relatórios, sistemas e informações que não fecham.
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Quais rotinas dependem demais de memória?
Cobranças manuais, decisões informais e tarefas que só acontecem quando alguém lembra.
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Que sistemas realmente sustentam a gestão?
O que ajuda, o que atrapalha e o que existe só como ferramenta solta.
O diagnóstico é um serviço pago — o investimento é apresentado na primeira conversa, de acordo com o tamanho da operação.
Depois do diagnóstico, o caminho fica claro
O diagnóstico mostra onde a operação trava, o que precisa ser corrigido primeiro e o que vale implementar depois.
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Onde a operação trava
Retrabalho, dados frágeis e dependências manuais. Ex.: a proposta que para por três dias porque ninguém é responsável pelo follow-up.
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O que corrigir primeiro
Prioridades práticas para ganhar visibilidade, controle e ritmo. Ex.: um processo bem definido antes de qualquer dashboard.
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O que implementar depois
Dashboards, CRM, automações, IA ou rotinas de gestão quando fizerem sentido. Ex.: automatizar cobrança só depois que a régua existe no papel.
Antes de qualquer tecnologia, é preciso entender como a operação realmente funciona
- Projeto
Um sistema de metas sob medida
Em parceria com o Prof. Francisco Alvarez (professor de Marketing e Vendas na USP e ex-diretor-geral da Lacoste no Brasil), um sistema de metas comerciais para um dos maiores nomes do setor de beleza da América Latina. O time planeja uma vez por ano e passa a operar orientado o ano inteiro, sem recalcular meta a cada evento.
- Vivência
Por dentro de uma operação multinacional
Lá, um dado para uma apresentação ou decisão virava processo: e-mail para outra área, espera, uma planilha vaga em resposta — e, a cada inconsistência, mais uma semana de idas e vindas para descobrir de onde o número veio. É onde se aprende que maturidade digital começa pela realidade do trabalho.
- Base
Base de negócio, não de ferramenta
Formação em Marketing na USP, combinada com prática em operação, processo e implementação.
O próximo passo
Comece a colocar a casa em ordem
Em uma primeira conversa, o objetivo é entender onde sua operação trava, onde depende de improviso e memória, e por onde começar a colocar ordem.
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