Maturidade digital para operações reais

Do caos à operação previsível

A Strategitech transforma operações que rodam no improviso e na memória em uma gestão estruturada, com rotina e dono — antes de qualquer tecnologia.

Conversa direta com o fundador, sem compromisso.

Sinais

Dois sinais, mesma raiz

Crescimento e pressão por automação parecem diferentes por fora. Por dentro, ambos expõem a mesma falta de estrutura, responsabilidade e rotina.

A empresa cresceu, mas ficou mais difícil de controlar

O trabalho depende de WhatsApp, planilhas, memória e follow-up manual.

A empresa quer automatizar, mas ainda não sabe por onde começar

Há pressão para utilizar IA, dashboards, CRMs ou automações, mas processos, dados e responsáveis ainda não estão claros.

A empresa não consegue gerir bem o que ainda não consegue medir, coordenar e repetir.

  • A liderança não acompanha o pipeline, entregas e follow-ups com segurança.
  • Relatórios chegam tarde, são manuais ou não inspiram confiança.
  • Crescer aumenta o custo de coordenação ao invés de aumentar o controle.
  • Casos de uso são vagos ou desconectados da rotina de gestão.
  • Ferramentas são avaliadas antes de a operação ser entendida.
  • A liderança quer ROI prático, não experimentos sem rumo.

O diagnóstico coloca ordem na operação

A Strategitech mapeia como o trabalho realmente acontece, dos repasses aos dados, antes de recomendar qualquer sistema ou tecnologia.

Do emaranhado à estrutura
  1. Como o trabalho passa de uma pessoa para outra?

    Handoffs, follow-up, gargalos e retrabalho.

  2. Onde os dados nascem, mudam e se perdem?

    Planilhas, CRM, relatórios, sistemas e informações que não fecham.

  3. Quais rotinas dependem demais de memória?

    Cobranças manuais, decisões informais e tarefas que só acontecem quando alguém lembra.

  4. Que sistemas realmente sustentam a gestão?

    O que ajuda, o que atrapalha e o que existe só como ferramenta solta.

O diagnóstico é um serviço pago — o investimento é apresentado na primeira conversa, de acordo com o tamanho da operação.

Depois do diagnóstico, o caminho fica claro

O diagnóstico mostra onde a operação trava, o que precisa ser corrigido primeiro e o que vale implementar depois.

  1. Onde a operação trava

    Retrabalho, dados frágeis e dependências manuais. Ex.: a proposta que para por três dias porque ninguém é responsável pelo follow-up.

  2. O que corrigir primeiro

    Prioridades práticas para ganhar visibilidade, controle e ritmo. Ex.: um processo bem definido antes de qualquer dashboard.

  3. O que implementar depois

    Dashboards, CRM, automações, IA ou rotinas de gestão quando fizerem sentido. Ex.: automatizar cobrança só depois que a régua existe no papel.

Antes de qualquer tecnologia, é preciso entender como a operação realmente funciona

Retrato de João Lucas, fundador da Strategitech
João Lucas Fundador, Strategitech
  • Projeto

    Um sistema de metas sob medida

    Em parceria com o Prof. Francisco Alvarez (professor de Marketing e Vendas na USP e ex-diretor-geral da Lacoste no Brasil), um sistema de metas comerciais para um dos maiores nomes do setor de beleza da América Latina. O time planeja uma vez por ano e passa a operar orientado o ano inteiro, sem recalcular meta a cada evento.

  • Vivência

    Por dentro de uma operação multinacional

    Lá, um dado para uma apresentação ou decisão virava processo: e-mail para outra área, espera, uma planilha vaga em resposta — e, a cada inconsistência, mais uma semana de idas e vindas para descobrir de onde o número veio. É onde se aprende que maturidade digital começa pela realidade do trabalho.

  • Base

    Base de negócio, não de ferramenta

    Formação em Marketing na USP, combinada com prática em operação, processo e implementação.

O próximo passo

Comece a colocar a casa em ordem

Em uma primeira conversa, o objetivo é entender onde sua operação trava, onde depende de improviso e memória, e por onde começar a colocar ordem.

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